Em uma democracia representativa, o candidato é escolhido por um partido para representar seus interesses e os interesses de sua população. No contexto das eleições para cargos públicos, numa democracia direta, um candidato pode ser nomeado através de eleições diretas.          

No Brasil, é necessário atingir a idade mínima para tomar posse de um cargo público. Veja na tabela abaixo:    


A idade da candidatura refere-se à idade mínima em que uma pessoa pode se qualificar legalmente para desempenhar certas funções governamentais.   

7 Erros crassos dos candidatos 

A política é um mundo em si mesmo, e muitos candidatos precisam navegar em águas traiçoeiras, quando falamos de uma campanha política.   

Abaixo estão listados os sete principais erros que candidatos inexperientes cometem e como você pode evitar os mesmos equívocos. Observe:   

1. O Candidato como Gerente de Campanha  

Muitos candidatos cometem o erro de tentar ser o gerente de sua própria campanha. Não raro, nestes casos, as funções do assessor se confundem com as funções do candidato.  O trabalho do candidato é estar junto de seu eleitorado e levantar fundos para a campanha. O gerente da campanha e os consultores, se houver algum, são responsáveis pela estratégia e operações do dia a dia.   

Claro que o candidato deve ajudar a formular a estratégia geral da campanha, mas ele não pode desempenhar o papel de candidato e tentar gerir o âmago da questão de estratégia de campanha, bem como as operações ao mesmo tempo.   

É preciso encontrar alguém de sua confiança para gerir a sua campanha, e deixar que cada agente deste processo faça o seu trabalho.   

2. É cedo demais para começar 
Nunca é cedo demais para começar! Muitos candidatos cometem o erro de iniciar sua campanha política no meio do processo eleitoral. 

Em outras palavras, esses candidatos deixam para última hora o planejamento de suas campanhas.  É preciso ter em mente que nunca é cedo demais para começar a fazer campanha, especialmente quando se tem um oponente forte e experiente.   

3. Confiança em demasia 
O candidato não deve entrar em uma campanha de “salto alto”. Seu sucesso está em suas próprias mãos. Muito embora o partido seja responsável pelo financiamento da campanha, somente o candidato tem o poder de se eleger.   

Certifique-se de que a sua campanha tenha a responsabilidade por seu próprio sucesso. Lembre-se, se você perder, você vai estar fora do negócio, mas o partido ainda vai ter participação.   

4. Questões orçamentárias  

A maioria dos candidatos, talvez por inexperiência, subestima quanto dinheiro será necessário para fazer uma campanha política.   

Fale com os políticos veteranos em sua área ou um consultor qualificado para ver o quanto de investimentos será necessário para se eleger.   

5. Menosprezar o adversário  

Não cometa o erro de subestimar o adversário. Se você está concorrendo a um cargo público, pode ter certeza de que seu oponente pode ter maior reconhecimento de nome do que você, e provavelmente irá gastar mais do que você durante a campanha.  

Mesmo que pareça que você está em vantagem nas pesquisas, não deixe de participar das passeatas e comícios, esta é a única maneira de garantir e angariar votos.  
6. Eu não preciso de ajuda profissional
  
Os candidatos muitas vezes evitam a ajuda política de um profissional, mesmo que eles não tenham nenhuma experiência política, acreditam que são capazes de realizar uma campanha, sozinhos.  

Não subestime o valor do conselho político de um consultor ou a ajuda que um político qualificado pode dar a você e a sua equipe de campanha. Mesmo as campanhas para vereador começam a usar consultores para nortear as diretrizes de campanha.   

7. Pessimismo na campanha  

Embora não seja tão significativo, há candidatos que já entram em disputa sabendo que não vão vencer. Este pensamento só afasta o candidato do eleitor.   

O sugerido é que se você entrar com um sentimento de derrota, encarando a campanha como uma causa perdida, você certamente vai perder. Sua mentalidade torna-se uma profecia auto-realizável. Portanto, tenha pensamentos positivos.  

Claro, você deve ser realista sobre o quão duro a campanha vai ser, mas não consolide a ideia de que você provavelmente vai perder - porque se você fizer isso, você provavelmente vai.   

Como vemos, muitos fatores influenciam uma campanha política. Tome nota das dicas acima e ponha em prática seu plano de elaboração. 


Veremos como a tratativa pós-eleitoral com eleitores pode aproximar os agentes políticos do processo eleitoral. Por hora certifique-se de que sua campanha não possui vestígios dos erros acima.   


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