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Medos Infantis

Seu filho ou seu aluno está passando por uma fase onde demonstra sentir medo? Como é este medo? Qual a intensidade dele? Lembrando, que sentir medo é algo normal pra criança, pra você e pra mim. Por isso, demonstre segurança, dê apoio no que a criança necessitar e nunca ignore o problema.


Quando procurar ajuda?

Nem sempre é possível, ainda que com o apoio dos pais ou professores, tranquilizar uma criança que está sofrendo com temores excessivos. Nesse caso, é preciso procurar ajuda profissional. Quando o medo for intenso a ponto de gerar um sofrimento grande na criança, ou quando ela estiver perdendo contato social, escolar ou lúdico por causa dos medos, ou até causando problemas físicos como dores de cabeça, problemas gástricos entre outros, procure um terapeuta.

A linha que separa um medo natural de uma fobia permanente varia de criança para criança. O importante é observar mudanças bruscas de comportamento. Problemas físicos recorrentes, mudança de humor ou desinteresse por atividades que anteriormente eram exercidas com prazer podem indicar que o temor passou dos limites. Não cause mais sofrimento à criança brigando ou obrigando a criança a enfrentar isso sozinha, ela precisa de compreensão. Procure um profissional para uma devida orientação.

Enfim, espero ter colaborado com algumas de suas dúvidas. Se você se interessou sobre o assunto ou quer entender melhor as dificuldades do seu filho ou aluno, entre em contato e agende uma sessão de orientação. Para profissionais da psicopedagogia que necessitam de auxilio para diagnóstico e intervenção adequada, realizo supervisão nos seus atendimentos. 

Prof. Dra. Regiane Souza Neves - Atua há 26 anos na área da educação onde foi professora, coordenadora pedagógica e diretora, sendo que nesta última função permaneceu por 15 anos como diretora na educação básica e está há 7 anos como diretora do CEADEH Centro de Estudos Avançados em Desenvolvimento Educacional e Humano (escola de formação continuada para educadores). Também atua há 11 anos em clínica como neuropsicopedagoga, neuropsicologa, psicopedagoga, psicomotricista e psicanalista, onde realiza diagnósticos para transtornos do neurodesenvolvimento como TEA, TDAH, TOD entre outros. Há 20 anos atua em estudos e desenvolvimento de políticas públicas.