Práticas Educacionais para alunos com TEA Transtorno do Espectro Autista


Qual o professor que nunca se angustiou frente à dificuldade de aprendizado de um de seus alunos? 

Qual o professor que nunca se preocupou com o isolamento de um aluno? 

Qual o professor que não se deparou com sua autoridade ameaçada por um aluno com mau comportamento em sala de aula, sem entender o motivo deste comportamento? 

Quantas e quantas crianças e adolescentes, com ou sem diagnósticos passam nas mãos dos educadores a cada ano? 

E se o diagnóstico for de AUTISMO. O que fazer?

Atendendo as diversas perguntas e solicitações dos professores, sobre este assunto, disponibilizo um resumo do material que utilizo em um dos cursos que ministro sobre as práticas educacionais para alunos com TEA. Espero que seja oportuno e que possa ajudá-los.

Primeiro é necessário conhecer, mesmo que basicamente, o autismo.

O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento com impactos importantes no desenvolvimento do indivíduo e que começa a se manifestar nos primeiros três anos de vida, gerando grandes dificuldades na comunicação, interação social e aprendizagem. É parte de um grupo de desordens conhecido como Transtorno do Espectro Autista. As outras quatro desordens do espectro são: a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Savant, a Desordem Invasiva do Desenvolvimento e a Desordem Desintegrativa da Infância. 

Segundo estatísticas, o autismo acontece em todas as raças, etnias e grupos sociais e é quatro vezes mais comum em meninos do que meninas.

Embora não se conheça ao certo as origens, sabe-se que a predisposição genética aliada a fatores ambientais, é o gatilho para o aparecimento dos sintomas. Os sintomas podem variar dos muito leves aos muito severos com comprometimentos na socialização, comunicação e imaginação (interesses), desde o retardo mental severo à inteligência normal com habilidades muito acima do normal em algumas áreas.

Os distúrbios na área da sociabilidade incluem prejuízos nos comportamentos não verbais, na interação social (ausência ou diminuição do contato ocular, gestos, expressões faciais e sinais convencionais expressivos de desejo ou emoções), impossibilidade de desenvolvimento de relações sociais apropriadas especialmente com indivíduos da mesma idade, inabilidade em compartilhar interesses e satisfação com os outros e falha na reciprocidade social emocional.

Na área da comunicação os prejuízos incluem atraso ou ausência da fala e inadequação da linguagem. Crianças autistas podem verbalizar, mas não utilizar a fala para se comunicar. A ecolalia, isto é, repetição imediata ou tardia de sons e discursos ouvidos, é uma manifestação muito comum, assim como a utilização de frases de músicas ou comerciais utilizadas no contexto exato para se comunicar. Nos indivíduos verbais falta a habilidade de iniciar ou manter uma conversa. Com frequência a linguagem apresenta-se repetitiva e estereotipada. As brincadeiras imaginativas e atividades sociais são restritivas ou até mesmo ausentes.

Na categoria interesses e atividades, tem-se um comportamento estereotipado, incluindo rituais, rotinas não funcionais, maneirismos motores (dedos/mãos ou movimentos com o corpo) e preocupações com partes dos objetos (rodinhas, mecanismos, olhos de boneca).

Outras manifestações comuns: 

As pessoas com autismo podem ter também uma sensibilidade muito diferente das pessoas com desenvolvimento típico com relação aos estímulos sonoros, olfativos, gustativos, visuais e ao tato. É comum elas colocarem as mãos nos ouvidos frente a alguns ruídos, e em festinhas podem ficar extremamente desorganizadas na presença de balões estourando e de palmas na hora de cantar parabéns. Pessoas com autismo podem também explorar situações novas (objetos ou pessoas) utilizando o olfato (cheirando) e gustação (lambendo). Em relação ao tato, muitas vezes não conseguem tolerar certas texturas de roupa e podem parecer sentir menos dor que as outras crianças. Muitos indivíduos com autismo apresentam uma seletividade alimentar, ou seja, eles escolhem apenas alguns tipos de comida para ingerir e essa escolha muitas vezes é pela consistência (só alimentos pastosos, líquidos), pela cor (só alimentos vermelhos) ou pelo paladar. Alguns autistas apresentam problemas para assimilar cores, na verdade pode ser que uma cor ou outra cause irritação ocular (independente da intensidade da cor), pode causar um desconforto ao olhar e isso faz com que tenha um comportamento atípico e queira se livrar da cor, batendo, arranhando etc. Também apresentam dificuldade no processamento do som, em alguns casos pode demorar segundos para que internalize o som da fala de alguém, por isso é importante falar com o autista de forma clara, objetiva e se possível bem próximo dele, mesmo assim pode demorar alguns segundos para ele responder ao chamado. 

Os muitos sinais de alerta já indicam que não existe “A” criança autista, no sentido delimitado de quadro sintomático. Portanto, não existe “a” intervenção que funcione para todos. Pois, cada autista é um autista único e se desenvolve de forma singular.

As medicações, quando necessárias, são utilizadas para tratamento dos sintomas periféricos que podem estar associados com o quadro (insônia, hiperatividade, ansiedade, espasmos psicomotores que podem levar a um comportamento "agressivo") e até o momento não existem medicações para o tratamento dos sintomas centrais do quadro. 

Suspeitas e Diagnóstico do Autismo:

Na maioria dos casos, os primeiros a verificar algo de errado com o desenvolvimento da criança são os pais. No entanto, na escola também é muito possível que as suspeitas sejam levantadas.

Há também os casos de autismo regressivo e autismo súbito, onde a criança tem um desenvolvimento normal até aproximadamente 18 meses e depois começa a demonstrar sinais de autismo, perda de habilidades ou atraso no desenvolvimento.

Por isso, é de extrema importância a atenção aos marcos do desenvolvimento. 

Todos os marcos devem estar presentes no período estimado. Se notar algum sinal de atraso, ou perda de desenvolvimento, fique atento, pois poderá ser um sinal de alerta!

Espectro autístico e suas implicações educacionais.

Os profissionais que atendem as pessoas pertencentes ao espectro autístico necessitam compreender as peculiaridades envolvidas na maneira como elas veem e vivem o dia-a-dia. A troca de experiências entre a saúde e a educação deve se tornar uma constante parceria. Somente desta maneira, os problemas serão solucionados de maneira harmoniosa e eficaz.

Como suspeitar se um aluno pode estar dentro dessa categoria? 
  • Existem alguns sinais chamados sinais de risco ou alerta para os quais devemos estar atentos no desenvolvimento infantil. São eles: 
  • Reduzida manutenção do contato visual; 
  • Atraso na aquisição da linguagem; 
  • Não responder ao ser chamado pelo nome, parecendo surdo; 
  • Risos e movimentos pouco apropriados e repetitivos, constantemente ou quando entusiasmado; 
  • Manipulação de dedos ou mãos de forma peculiar; 
  • Repetição constante, para si mesmo, de frases e conteúdos que ouvem de diálogos, desenhos animados, filmes, documentários, etc. 
  • Produção frequente de vocalizações sem uso funcional; 
  • Isolamento social, interagindo menos do que o esperado para crianças da sua idade; 
  • Preferência por interações com adultos, conversando por muito tempo sobre tópicos avançados para a sua faixa etária; 
  • A intenção comunicativa e a interação ocorrem preferencialmente para suprir as suas necessidades e/ou explanar os tópicos de seu interesse; 
  • Manipulação de objetos e brinquedos de maneira não habitual; 
  • Presença de respostas anormais a barulhos e tato; 
  • Prejuízo da crítica em relação a situações de perigo; 
  • Capacidade de imaginação, fantasia e criatividade reduzidas; 
  • Interesses específicos muito exagerados, que comprometem as interações sociais com colegas; 
  • Rigidez no comportamento e rotinas;
  • Dificuldades para realizar atividades nos livros e apostilas impressas.
Se você tiver algum aluno com alguns desses sinais, é muito importante que o encaminhamento para o setor de saúde mental infantil seja feito o mais rápido possível a fim de se estabelecer um diagnóstico confiável e tratamento efetivo para a criança ou adolescente. O diagnóstico formal quase sempre vem após uma série de fracassos escolares, o que, em muitos casos, pode ser evitado com uma intervenção precoce. 

Como ensinar habilidades escolares aos nossos alunos? 

Em primeiro lugar, precisamos lembrar que o papel do professor é o de propiciar a aprendizagem, lembrando que esta envolve mudanças no comportamento. Portanto, a tarefa do professor é mudar comportamentos. Em segundo lugar, um dos aspectos importantes para o ensino de novos comportamentos (habilidades acadêmicas) é a definição de objetivos específicos (o que a criança tem que fazer), então, uma das perguntas que o professor deve se fazer é “quais comportamentos são pré-requisitos para meus alunos estarem em sala de aula?”. 

Algumas das habilidades necessárias são: 
  • Manter-se sentado por pelo menos 15 minutos; 
  • Responder ao chamado do nome (olhar para a pessoa que está solicitando sua atenção); 
  • Compreender instruções verbais simples de maneira direta e indireta. Direta, a instrução é dada especificamente para o aluno; Indireta, a instrução é dada para o grupo. Por exemplo: senta, guarda, me dá, vem cá, levanta, pega, espera sua vez; 
  • Comunicação vocal ou por figura para o uso do banheiro e beber água; 
  • Imitar ações; 
  • Identificar figuras; 
  • Parear figuras (juntar figuras iguais e semelhantes).
As próximas perguntas que o professor deve se fazer são: 
“o que quero que meus alunos sejam capazes de fazer?” 
“o que meus alunos já deveriam saber para o aprendizado de um novo conteúdo?” 

Após refletir sobre o que os alunos devem aprender, o professor poderá utilizar-se de algumas estratégias para tornar esse processo mais divertido e agradável para o aluno. Estamos falando aqui de três adaptações simples e que podem minimizar muito as suas dificuldades acadêmicas em sala de aula. 

A primeira delas diz respeito à forma do professor se dirigir ao aluno para solicitar tarefas e instruí-lo. A criança com TEA apresenta dificuldades na comunicação verbal e não verbal, tornando-se necessário o emprego de frases simples e diretas para facilitar o seu entendimento. O uso de instruções verbais em excesso e de figuras de linguagem, como as metáforas ou ironias, tornam a recepção da informação pouco clara. Vale observar, também, que o professor pode se valer de uma entonação e volume de voz mais acentuados para facilitar o contato, sempre, é claro, pedindo o contato visual e se abaixando na altura em que a criança está para facilitar a interação. 

A segunda forma diz respeito a ensinar o conteúdo previsto em pequenos passos e de forma mais direta. A adaptação do material de ensino nem sempre precisa ser complicada e pode ajudar muito o aluno. Muitas informações na mesma folha, instruções longas e pedidos variados no mesmo exercício tendem a confundir essa criança e devem ser evitados, sempre que possível. 

Finalmente, não podemos deixar de falar de uma estratégia que pode diminuir a ocorrência de comportamentos tais como comportamentos agressivos, acessos de birra e apatia, bem como, evitar que crianças com TEA aprendam uma habilidade de forma incorreta e tenham que ser ensinadas novamente. A análise do comportamento denomina essa estratégia de aprendizagem sem erro. O professor pensa no que quer ensinar. Avalia o que o aluno sabe e, a partir disso, programa o repertório almejado, sem que o aluno passe por um processo de aprendizagem por tentativa e erro. Se a professora planeja a sequência gradativa de ensino, evitará o erro, promovendo uma aprendizagem de sucesso. 

Como minimizar estímulos distratores em sala de aula: 
  • Evite excesso de estímulos visuais nas paredes. No geral, o professor gosta de enfeitar a sala de aula, no entanto é bom direcionarmos as ilustrações para a matéria estudada no momento; 
  • Observe a posição do aluno na sala de aula. Nossa sugestão é que o aluno com TEA fique na fileira da frente, com um dos lados da carteira encostado na parede e o outro lado com espaço suficiente para que a auxiliar (acompanhante quando houver) possa sentar; 
  • Minimize o barulho, mantendo-se a rotina de classe com comando expressivo de voz do professor (sem gritar, naturalmente!); 
  • Combine com as crianças o sistema de saída para banheiro ou água. É bom que as crianças saiam uma por vez, após pedirem autorização verbal ou por figuras (no caso de crianças não verbais). Sugerimos que as crianças com TEA estejam acompanhadas ao sair da classe; 
  • Use rotinas visuais para que o aluno possa antecipar o que vai acontecer. Essa estratégia minimiza a ocorrência de comportamentos inadequados. Alunos com TEA tem necessidade de rotina e não suportam improvisos ou alterações repentinas na rotina;
  • O aluno com autismo pode não ser expert na empatia e na reciprocidade com o outro, mas algumas habilidades podem ser ensinadas. Por exemplo: em situações em que a criança pega o brinquedo do colega, a professora pode dizer que o colega não gostou deste comportamento e sentiu-se muito triste: “Olha para seu amigo. Ele está bravo ou feliz? Ele gostou do que você fez?” Nesse momento a professora pode ajudá-lo a compreender o contexto, reconhecer a emoção do colega e mostrar como pode ser resolvida a situação (“agora você devolve o brinquedo e pede desculpas”); 
  • O momento do intervalo pode ser muito difícil. Algumas crianças com TEA podem ficar andando aleatoriamente, dando pulinhos, gritando, balançando as mãos, correndo sem rumo, apresentando estereotipias ou tentando pegar o lanche das crianças, por exemplo. O que podemos fazer nessas situações? Nossa sugestão é que professores ou auxiliares promovam constantemente uma mediação positiva, isto é, o adulto fica próximo da criança antecipando a ocorrência dos comportamentos inadequados (por exemplo, pegar o lanche do outro) e direcionar a função aos comportamentos apresentados (ex: a criança gosta de correr, devemos inventar um pega-pega e correr de mão dada com a criança).

Agressividade e Autismo 

Uma queixa comum no ambiente escolar refere-se a como podemos lidar com o comportamento agressivo das crianças com autismo em sala de aula. Antes de mais nada, é importante ficar claro que o autismo não causa agressividade. Pessoas diagnosticadas com autismo, crianças e adultos, não são mais agressivas do que pessoas de desenvolvimento típico. Porém, em algumas ocasiões, tal como todos nós, crianças e adultos diagnosticados com autismo também ficam frustradas e podem exibir "comportamentos que aparentemente são agressivos". Além disso, por conta de dificuldades de comunicação, pessoas com o diagnóstico de autismo podem usar do comportamento agressivo como uma forma de expressar suas necessidades, preferências e vontades, ou seja, se comunicar. 

É importante lembrar, no entanto, que há casos em que a segurança e bem estar do próprio indivíduo, colegas ou profissionais pode estar ameaçada por conta da intensidade e gravidade de alguns desses comportamentos. É, portanto, necessário avaliarmos constantemente se temos as condições que precisamos em sala de aula para que possamos manter adequadamente a segurança de todos. 

O termo comportamento agressivo é bastante amplo e pode se referir a muitas formas de comportamento. Chamamos de hetero agressão aqueles comportamentos agressivos que visam atingir outras pessoas – tais como chutes, pontapés, beliscões. Episódios desse tipo podem oferecer risco iminente ao bem estar das pessoas no ambiente escolar. O alvo da agressão pode ser um professor, um funcionário, ou mesmo os próprios colegas. Por isso, se não tomarmos as medidas necessárias para prevenir e gerenciar essas situações podemos ter que lidar com resultados sérios e indesejáveis. 

O termo autoagressão se refere aqueles comportamentos agressivos que são dirigidos ao próprio indivíduo. Pessoas diagnosticadas com autismo, podem machucar a si próprias através de comportamentos de autoagressão como tapas no próprio rosto, socos, mordidas, beliscões, batidas da cabeça contra o chão, etc. Além disso, comportamentos menos intensos podem também caracterizar autoagressão, pois, com o tempo, podem produzir lesões significativas. Vemos isso em casos em que os indivíduos exibem comportamentos muito repetitivos ou persistentes como, por exemplo, esfregar o queixo no ombro, coçar ou cutucar a orelha, cutucar feridas, etc.

A importância do brincar

É importante lembrar também que as brincadeiras procuram desempenhar funções cruciais na vida da criança. As atividades agem no desenvolvimento das habilidades cognitivas, sensoriais, motoras, emocional e social, a partir do momento em que ela é colocada em situações lúdicas e que só tendem a aprimorar suas faculdades mentais, dentro do espectro autista.

Família e Escola

A falta de informação é fator citado, frequentemente, como um gerador de conflitos entre pais e professores. A criança ou adolescente com autismo pode não conseguir expressar em palavras os eventos do dia e o porquê de seus atos. Esses dados, por exemplo, ressaltam que formas de compartilhar informação de casa e a escola serão necessárias. 

Sugestões de como estabelecer uma boa comunicação entre pais e professores: Reuniões regulares sobre os objetivos educacionais (por exemplo, três vezes ao ano) para que, tanto aspectos rotineiros, quanto mais específicos (manejo de desobediência, estereotipia, rigidez e dificuldade de relacionamento com os colegas) sejam gerenciados em casa e na escola; Implementação, por exemplo, de um diário de comunicação entre professores e pais, com o objetivo de informar alterações domésticas, tais como, de sono, medicação e alimentação e, ainda, fornecer informação da escola para casa, como a presença de professor substituto, mudança de rotina, necessidade de enviar mais fraldas etc. 

É importante que os professores respeitem a escolha da família de tornar público ou não um diagnóstico, a utilização de medicação e a participação em terapias. Isso ajudará o professor a desenvolver o laço de confiança com a família e vice-versa. A confiança é o ponto principal no trabalho e no desenvolvimento de qualquer aluno.

Dicas pedagógicas que ajudarão os professores no trabalho inclusivo dos seus alunos com autismo:
  • Planejamento prévio das atividades para adaptar ou preparar algo diferenciado de preferência com o mesmo tema abordado com os demais. Levar sempre em consideração a condição cognitiva de seu aluno;
  • Utilizar-se de apoio visual. As imagens podem ser utilizadas na elaboração da rotina, na fragmentação de atividades e na comunicação das crianças não verbais. Veja onde elas poderão ajudar seu aluno e utilize-as;
  • Reduzir os estímulos da folha. Muita informação em uma folha pode fazer com que a criança desanime frente a grande demanda ou simplesmente fixe sua atenção em outros elementos não relevantes;
  • Fala direta, objetiva e positiva. Se a instrução for grande, fragmentá-la em partes menores favorecerá a compreensão (Você quer brincar de massinha? Então faça essa atividade e brinque depois de massinha!);
  • Escolher o lugar fixo da criança com atenção e cuidado. Próximo ao professor, longe de janelas e portas;
  • Reforçar toda ação positiva e adequada da criança, seja disponibilizando um item reforçador ou elogiando.
Professor (a), sabemos que fácil, não é. Mas, sabemos também que você fez uma escolha e escolheu transformar vidas através do seu trabalho. Então faça sempre o melhor que puder por todos os alunos, com diagnóstico ou não. Lembre-se sempre: diagnóstico não é destino! Cabe a todos nós, educadores, famílias e sociedade, a construção de um mundo mais justo e igualitário para esta e para as futuras gerações. Que você tenha sempre a competência necessária para fazer o melhor e um maravilhoso caminho para que a sua trajetória seja plena e cheia de conquistas! 
Bom trabalho.  
Profª Dra. Regiane Souza Neves

Enfim, espero ter colaborado com algumas de suas dúvidas. Se você se interessou sobre o assunto ou quer entender melhor as dificuldades do seu filho ou aluno, entre em contato e agende uma sessão de orientação. Para profissionais da psicopedagogia que necessitam de auxilio para diagnóstico e intervenção adequada, realizo supervisão nos seus atendimentos. 

Agende uma consulta com a Dra. Regiane pelo Whatsapp 11 93215-1900. Consultórios em Osasco, São Paulo e Alphaville.

Consultas à partir de: R$ 100,00 para crianças e adolescentes / R$ 120,00 para adultos. Supervisão para profissionais à partir de: R$ 150,00.


Dra. Regiane Souza Neves - Tem 42 anos, é casada com o Jornalista Marcelo Neves há 20 anos, mãe de Bruno 18 anos e Allan 17 anos. É doutora e mestra em psicanálise; psicopedagoga e neuropsicopedagoga; psicomotricista; neuropsicóloga; orientadora vocacional; especialista em educação, inclusão, legislação educacional, saúde mental e políticas públicas. Técnica em magistério público e comunicação social. Atua há 25 anos na área da educação onde foi auxiliar de sala, professora, coordenadora e diretora, sendo que nesta última função permaneceu por 19 anos. Também atua há 10 anos na área de psicoterapia e análise comportamental e institucional. Está devidamente cadastrada no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, para atuar como Perita Judicial e Extrajudicial, nas suas áreas de conhecimento técnico-científico. Atualmente, coordena e ministra aulas em programas de pós-graduação e, além de atender clinicamente, também realiza consultoria educacional para várias instituições de ensino e órgãos públicos. Tem 11 livros publicados com 56 selos de recomendações de importantes instituições. Realiza palestras, treinamentos, cursos, workshops, seminários, colóquios, conferências, mesas redondas e congressos. Desde 2013, é mantenedora e diretora do CEADEH Centro de Estudos Avançados em Desenvolvimento Educacional e Humano. Foi presidente nacional da ABRAPEE Associação Brasileira de Profissionais e Especialistas em Educação, no período de 2013 à 2018. Dedica-se a causas sociais e se tornou Embaixadora no Brasil de uma campanha mundial, durante o período de 2015 à 2018. Recebeu 27 prêmios e homenagens nacionais e internacionais.

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